Observatório identifica iniciativas de inclusão digital no país
2007-12-04
by
lauratresca
—
last modified
2007-12-04 12:24
Um observatório desenvolvido pelo Ministério do Planejamento, em parceria com entidades da sociedade civil, vai permitir o levantamento do número de iniciativas de inclusão digital existentes no país.
O Observatório Nacional de Inclusão Digital (Onid) foi lançado na 6ª Oficina para Inclusão Digital que aconteceu em Salvador entre os dias 26 e 29 de novembro. O Onid é um espaço do Governo Federal em conjunto com a sociedade civil organizada que atua na coleta, sistematização e disponibilização de informações para o acompanhamento e avaliação das ações de inclusão digital no Brasil.
“Esse é o mapeamento mais completo e detalhado do país na área de inclusão digital”, destacou o secretário adjunto de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI) do Ministério do Planejamento, Rodrigo Assumpção. O Onid já sistematizou até agora os dados de localização e contatos de mais três mil telecentros. São considerados telecentros os locais públicos não comerciais, abertos à comunidade e conectados à internet.
Desse número, 31% estão em municípios de pequeno porte (até 20 mil habitantes), 23% em municípios de médio porte (acima de 20 mil e com menos de 200 mil habitantes) e 46% estão em municípios de grande porte (acima de 200 mil habitantes). 8% deles têm abrangência regional, 29% municipal, 27% estadual e 36% têm abrangência nacional. Desses projetos, 29% são gerenciados por entidades da sociedade civil e 71% por órgáos públicos. Dos locais cadastrados, São Paulo é o estado que possui o maior número absoluto de telecentros enquanto o estado do Acre tem a maior quantidade relativa de telecentros por população.
As informações desse levantamento estão disponíveis a toda a sociedade através do endereço www.onid.org.br e permitem que a população consulte as iniciativas de inclusão digital em curso no país. O sistema possibilita a consulta dos telecentros por estado, município, projeto e palavra-chave, entre outros dados.
Segundo Assumpção, o Onid também é uma importante ferramenta para os gestores públicos na medida em que disponibiliza informações vitais para o gerenciamento das políticas públicas de inclusão digital no país. Ele frisou a necessidade de sua permanente atualização e lembrou que as iniciativas ainda não identificadas pelo levantamento podem efetuar seu cadastramento através do endereço www.onid.org.br/precadastro/
O secretário adjunto da SLTI disse que a próxima etapa da iniciativa, em fase de textes, será ampliar o número de informações sobre cada telecentro como perfil da população atendida, fonte de recursos para sua manutenção, utilização de software livre, entre outras.
Sexta Oficina
Organizada pela SLTI, a abertura do Sexta Oficina para Inclusão contou com a presença de diversas autoridades do Governo Federal, Estadual e Municipais da Bahia e de demais entidades e organizações que apóiam o evento, entre outras, Na ocasião, o secretário de Ciência e Tecnologia da Bahia, Ildes Ferreira, salientou a importância do estado sediar esse evento, que apesar de ser a sexta economia do país e a quinta população do país, ocupa a vigésima posição em inclusão digital.
Assumpção destacou que a oficina foi construída com a participação de todas os projetos de inclusão digital do Governo Federal e a sua relevância na sistematização das demandas, problemas e experiências bem sucedidas do Brasil nessa área.
Também participam da organização da Sexta Oficina para Inclusão Digital o portal sampa.org, a RITS (Rede de Informações para o Terceiro Setor), o Coletivo Digital, a Cidadania Digital, a Universidade Federal da Bahia e o Governo do Estado da Bahia, envolvendo a Casa Civil e as secretarias de Ciência e Tecnologia, Cultura e Educação.
O evento conta com o patrocínio da Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social, da Fundação Banco do Brasil, do Serviço Federal de Processamento de Dados e da Caixa Econômica Federal. Tem o apoio da Companhia de Processamento de Dados da Bahia, da Prefeitura de Camaçari, do Instituto Anísio Teixeira, Via Forum, RNTW, Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI), Projeto Casa Brasil, Gesac, Cultura Viva, e dos ministérios das Comunicações e da Cultura.
Fonte: http://www.governoeletronico.gov.br
“Esse é o mapeamento mais completo e detalhado do país na área de inclusão digital”, destacou o secretário adjunto de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI) do Ministério do Planejamento, Rodrigo Assumpção. O Onid já sistematizou até agora os dados de localização e contatos de mais três mil telecentros. São considerados telecentros os locais públicos não comerciais, abertos à comunidade e conectados à internet.
Desse número, 31% estão em municípios de pequeno porte (até 20 mil habitantes), 23% em municípios de médio porte (acima de 20 mil e com menos de 200 mil habitantes) e 46% estão em municípios de grande porte (acima de 200 mil habitantes). 8% deles têm abrangência regional, 29% municipal, 27% estadual e 36% têm abrangência nacional. Desses projetos, 29% são gerenciados por entidades da sociedade civil e 71% por órgáos públicos. Dos locais cadastrados, São Paulo é o estado que possui o maior número absoluto de telecentros enquanto o estado do Acre tem a maior quantidade relativa de telecentros por população.
As informações desse levantamento estão disponíveis a toda a sociedade através do endereço www.onid.org.br e permitem que a população consulte as iniciativas de inclusão digital em curso no país. O sistema possibilita a consulta dos telecentros por estado, município, projeto e palavra-chave, entre outros dados.
Segundo Assumpção, o Onid também é uma importante ferramenta para os gestores públicos na medida em que disponibiliza informações vitais para o gerenciamento das políticas públicas de inclusão digital no país. Ele frisou a necessidade de sua permanente atualização e lembrou que as iniciativas ainda não identificadas pelo levantamento podem efetuar seu cadastramento através do endereço www.onid.org.br/precadastro/
O secretário adjunto da SLTI disse que a próxima etapa da iniciativa, em fase de textes, será ampliar o número de informações sobre cada telecentro como perfil da população atendida, fonte de recursos para sua manutenção, utilização de software livre, entre outras.
Sexta Oficina
Organizada pela SLTI, a abertura do Sexta Oficina para Inclusão contou com a presença de diversas autoridades do Governo Federal, Estadual e Municipais da Bahia e de demais entidades e organizações que apóiam o evento, entre outras, Na ocasião, o secretário de Ciência e Tecnologia da Bahia, Ildes Ferreira, salientou a importância do estado sediar esse evento, que apesar de ser a sexta economia do país e a quinta população do país, ocupa a vigésima posição em inclusão digital.
Assumpção destacou que a oficina foi construída com a participação de todas os projetos de inclusão digital do Governo Federal e a sua relevância na sistematização das demandas, problemas e experiências bem sucedidas do Brasil nessa área.
Também participam da organização da Sexta Oficina para Inclusão Digital o portal sampa.org, a RITS (Rede de Informações para o Terceiro Setor), o Coletivo Digital, a Cidadania Digital, a Universidade Federal da Bahia e o Governo do Estado da Bahia, envolvendo a Casa Civil e as secretarias de Ciência e Tecnologia, Cultura e Educação.
O evento conta com o patrocínio da Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social, da Fundação Banco do Brasil, do Serviço Federal de Processamento de Dados e da Caixa Econômica Federal. Tem o apoio da Companhia de Processamento de Dados da Bahia, da Prefeitura de Camaçari, do Instituto Anísio Teixeira, Via Forum, RNTW, Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI), Projeto Casa Brasil, Gesac, Cultura Viva, e dos ministérios das Comunicações e da Cultura.
Fonte: http://www.governoeletronico.gov.br