Inclusão Digital do Serpro apóia a educação inclusiva
Serpro inaugura Telecentro em Garanhuns (PE) e garante o acesso à tecnologia para portadores de deficiências.
Educação inclusiva diz respeito à inserção de todos os estudantes no ensino regular, independente de limitações físicas ou mentais. Nesse aspecto, a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais - Apae da cidade de Garanhuns (PE) cumpre sua parte e proporciona aos portadores de síndrome de down e outras deficiências mentais ações de educação, saúde, trabalho, esporte e lazer. Esse escopo de atendimento ampliou-se com a inauguração do Telecentro de Inclusão Digital da Apae Garanhuns, garantindo o acesso à tecnologia para os portadores de deficiências atendidos na Instituição.
A Apae Garanhuns promove saúde, educação, trabalho, esporte e lazer para portadores de síndrome de down e outras deficiências, como paralisia mental, atendendo também a seus familiares, estudantes, profissionais e comunidade. Com a inauguração do Telecentro de Inclusão Digital, a instituição passa a contar com um ambiente informatizado - 10 estações de trabalho ligadas em rede a um servidor, todas com sistema operacional linux incluindo suíte de escritórios, aplicativos para navegação web e software para acessibilidade de cegos.
O Telecentro foi doado pelo Serviço Federal de Processamento de Dados - Serpro, através de seu Programa de Inclusão Digital.
O Serpro desenvolve soluções e atua em todas as frentes, inclusive em fóruns internacionais, em parcerias com outras empresas do governo, para tornar possível o acesso de todos os brasileiros aos meios digitais em um futuro próximo. Com a substituição do parque tecnológico, o Serpro pôs à disposição do seu programa de inclusão digital 2 mil máquinas. A intenção é equipar Telecentros Comunitários voltados para a inserção da população com pouco ou nenhum acesso à tecnologia da informação.
Os telecentros funcionam como portas de entrada para a comunicação e o estímulo à melhoria das relações comunitárias e educacionais. Cada telecentro recebe 11 microcomputadores, sendo um servidor e dez estações de trabalho. As máquinas são equipadas com sistema operacional Linux, distribuição Fedora Core, suíte de escritório BrOffice e software Linvox para acessibilidade de deficientes visuais.
