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Ibirité (MG) ganha Telecentro da Fundação Helena Antipoff

O Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes), inaugurou no dia 27/5 o Telecentro da Fundação Helena Antipoff (FHA), em Ibirité, na região Central, a 21 km de Belo Horizonte.

O evento contou com as presenças do subsecretário de Inovação e Inclusão Digital da Sectes, Vicente Gamarano, da secretaria Municipal de Educação, Magda Saleth, do deputado estadual Diniz Pinheiro, da professora Irene de Melo Pinheiro, presidente da Fundação Helena Antipoff, entre outras autoridades e a comunidade. A festa abrilhantada pela apresentação do coral “Vozes de Helena”.

Equipada com 10 computadores conectados à Internet, o Telecentro irá atender a comunidade para a capacitação profissional e inclusão digital. Serão oferecidos cursos nas áreas gerenciais, comportamentais e profissionalizantes. Para a instalação do Telecentro foram investidos R$ 50 mil. Com a implantação da unidade, a Região Central passa a contar com 114 Telecentros e 16 Centros Vocacionais Tecnológicos (CVTs), totalizando o investimento de 15,3 milhões na região, numa parceria entre o Governo de Minas e o Ministério da Ciência e Tecnologia - MCT.

Os Telecentros são unidades da Rede de Formação Profissional Orientada pelo Mercado, projeto estruturador do Governo de Minas, coordenado pela Sectes, por meio da Subsecretaria de Inovação e Inclusão Digital, com apoio das Prefeituras Municipais. O objetivo da Rede é ampliar a capacitação local e regional; combater a exclusão digital e social; gerar emprego e renda; e contribuir para a melhoria de vida da população. Mais de 400 mil pessoas já foram certificadas e 1 milhão beneficiadas com os serviços oferecidos por meio do acesso à Internet.

Investimento de R$ 90 milhões
Em 2009, a Rede de Formação Profissional Orientada pelo Mercado se consolidou com a conclusão da implantação 571 unidades interligadas em banda larga, representadas por 84 Centros Vocacionais Tecnológicos (CVTs) e 487 Telecentros. São 4,5 mil microcomputadores conectados, configurando Minas Gerais como o estado com o maior programa de inclusão digital e social do País.

A estrutura totaliza o investimento de R$ 90 milhões, recursos provenientes do Governo de Minas e do Ministério da Ciência e Tecnologia – MCT, por meio de emendas parlamentares. Na montagem de um CVT são gastos, em média, R$ 600 mil, e de um Telecentro, R$ 50 mil. Depois de montadas, as unidades são mantidas pelo Governo de Minas, em parceria com as prefeituras municipais e entidades gestoras, como ONGs e organizações da sociedade civil.

Telecentros: são laboratórios de informática equipados com 5 a 10 computadores conectados à Internet, um servidor, impressora, softwares atualizados e móveis ergonômicos para a realização de cursos de inclusão digital.

Centros Vocacionais Tecnológicos (CVTs): são centros de excelência voltados para a capacitação tecnológica e profissional, de acordo com a vocação econômica da região. Cada unidade conta com duas salas de inclusão Digital equipadas com 20 computadores conectados à Internet, servidor, impressora, softwares e móveis ergonômicos; Sala de Videoconferência montada com projetor de multimídia, câmera, microfones, módulo para entrada de dados e conexão de notebooks, aparelhos de conexão e codificação de vídeo, possibilitando a realização de seminários, palestras e cursos a distância;  Núcleo de Apoio ao Empreendedor - NAE; e Laboratório Vocacional destinado ao desenvolvimento e aprimoramento das vocações econômicas locais e regionais.

Fundação Helena Antipoff
No ano de 1970 surgia a Fundação Estadual de Educação Rural – FEER, com a proposta de instituir e manter um Instituto de Educação destinado à formação de professores de ensino primário para a zona rural, e criar, incorporar e manter escolas e outras instituições que se dedicassem à educação rural. Em 1978 passa a se chamar Fundação Helena Antipoff e tem a incorporação pelo Estado da Escola Estadual Sandoval Soares de Azevedo, onde são ministrados cursos profissionalizantes de nível médio: magistério, agropecuária, contabilidade, científico (extintos pela LDB 9394/1996), e também cursos de aperfeiçoamento de professores, atividades de agropecuária, Laboratório de Psicologia Edouard Claparède e Oficinas Pedagógicas Caio Martins.


Hoje, a Fundação é vinculada à Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior _ Sectes e tem por finalidade instituir e manter cursos e atividades destinados à formação de recursos humanos para a educação, bem como a produção e a comercialização de produtos agropecuários, observando a política formulada pela Sectes para sua área de atuação. Mantém em pleno funcionamento a Escola de Educação Básica Sandoval Soares de Azevedo, com 2,4 mil alunos, incluída no projeto Escola Referência da Secretaria de Estado de Educação (SEE) e no Projeto Unibanco; a Clínica de Psicologia Edouard Claparède, as Oficinas Pedagógicas Caio Martins, a Biblioteca Comunitária Helena Antipoff e o Instituto Superior de Educação Anísio Teixeira – ISEAR, com 1,8 mil estudantes distribuídos nos cursos de graduação (licenciatura) em Pedagogia, Educação Física, Matemática, Ciências Biológicas e Letras, e mais os cursos de pós-graduação em diversas áreas educacionais. Todos os cursos são gratuitos.

 

Fonte: www.inclusaodigital.mg.gov.br

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