DF Digital e ADB: objetivo é a inclusão
2009-11-04
O objetivo é o de levar maior qualidade de vida às pessoas, inclusive por meio da capacitação para o mercado de trabalho.
A diferença entre o DF Digital e a Associação dos Deficientes de Brasília está na especificação. Enquanto uma prioriza ações que atendam portadores de necessidade especial, outra, a Secretaria de Ciência e Tecnologia com o programa de inclusão digital, foca o todo da comunidade.
Atendimento à comunidade da Ceilândia
Fundada há quase nove anos, a Associação dos Deficientes de Brasília atende diariamente, em sua sede na EQN 5/7, a cerca de 600 pessoas. Segundo sua fundadora e presidente, Maria de Fátima Amaral, esse atendimento não se limita aos portadores de necessidades.
“Aqui, prestamos um serviço de assistência social para toda a comunidade da Ceilândia, e não apenas aos portadores de necessidades especiais. Afinal, nossa luta é para que não exista nenhum tipo de preconceito. Logo, não podemos impedir a inclusão de pessoas que também encontram dificuldades para acessar ao mercado de trabalho, só porque não têm qualquer necessidade especial”, explicou ela.
Internet para todos: deficientes ou não
A bandeira da ADB e dos portadores de necessidades especiais é fazer valer a Lei 8913/99, que determina que de 20% a 50% das vagas das empresas devem ser ocupadas pelos portadores de deficiências. Em Ceilândia, o contato direto com empresários e comerciantes da região permite que a quota máxima de 50% seja totalmente preenchida. “Mas com a chegada de mais esta unidade em Ceilândia, e, agora, dentro da associação dos deficientes, estamos perto de chegar a um aproveitamento de pessoal ainda maior aqui. É que o DF Digital, hoje, é referência de excelência em capacitação digital”, avaliou o Secretário.
Fonte: http://www.dfdigital.df.gov.br